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Erechim

Situação da cadeia de reflorestamento do Alto Uruguai é debatida

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Tonello na abertura da reunião.JPG
Por Assessoria de imprensa
Foto Divulgação - assessoria de imprensa

A situação da cadeia de reflorestamento do Alto Uruguai foi debatida em reunião realizada em Erechim, na quinta-feira (23/03), no Anfiteatro da Universidade Regional Integrada (URI), com representantes deste seguimento e prefeitos. O objetivo é fomentar a produção de florestas e o reflorestamento para atender a demanda das indústrias de Erechim e região. A reunião foi aberta pelo presidente da Associação dos Municípios do Alto Uruguai (Amau) Carlos Alberto Bordin e pelo gerente regional da Emater/RS-Ascar de Erechim, Gilberto Tonello. Bordin e Tonello ressaltaram a importância econômica e social da área de florestamento e reflorestamento para o desenvolvimento econômico da região do Alto Uruguai e do Estado.

Na sequência, o assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar, agrônomo Luiz Ângelo Poletto, expôs um levantamento com dados da região do Alto Uruguai, apontando que de 2013 para cá houve uma redução em torno de 2 mil hectares da área plantada na região do Alto Uruguai. Segundo Poletto, a região tem 21.731 mil hectares cultivados, sendo 3.841, 34 com pinus e 17.731 com eucaliptos. Já o consumo é de cerca de 500 mil metros cúbicos por ano (lenha, tora e cavaco). Os municípios de Erval Grande, Aratiba, Erechim, Barão de Cotegipe, Benjamin Constant do Sul, Itatiba do Sul e Sertão concentram as maiores área de plantio de eucalipto e pinus.

Além da redução da área de cultivo, também foram levantados outras entraves como a falta de incentivo, falta de mão de obra, pesquisa e orientações para o manejo. De acordo com Poletto, uma das alternativas para fomentar atividade e proporcionar mais uma alternativa de renda ao agricultor familiar está em um projeto que deve ser desenvolvido pela Emater/RS-Ascar, juntamente com outras entidades, como o Conselho Regional de Desenvolvimento (Credenor) e Associação dos Municípios do Alto Uruguai (Amau), que prevê a instalação em 20 municípios da região do Alto Uruguai de unidades de observação agrossilvipastoris, retomada do programa de incentivo ao plantio para evitar, futuramente, a falta de matéria-prima para atender a demanda, entre outras medidas.

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