A Corsan parece que está em inércia, quando o assunto é renovação do contrato com Erechim. É tipo aquela brincadeira de criança: “Tá quente..tá frio....”.
Ficou para trás
A impressão que se tem é que o palavreado com a prefeitura, ficou para trás. Se em outras oportunidades o que foi assinado não foi cumprido, imagina só em algumas reuniões, sem o papel assinado.
Sem respostas
No início de fevereiro deste ano, busquei informações com a direção da companhia em Porto Alegre e não responderem aos meus questionamentos da negociação com Erechim. Fiz mais uma tentativa e não obtive resposta.
Tom de desapontado
Então resolvi procurar o prefeito de Erechim, Luiz Francisco Schmidt, já que em várias oportunidades afirmou que conversas foram realizadas com a Corsan, após a suspensão do edital por parte do Tribunal do Contas do Estado (12 de janeiro de 2018), após pedido da própria companhia: “Acredito que não estão em condições de bancar a proposta que tínhamos em palavras acordado. Não conseguiram colocar no papel”, declarou Schmidt em tom de desapontado.
“Não estamos parados”
Tentei ir mais adiante, no tema, tão relevante para a comunidade de Erechim, já que além da água, o contrato prevê o tratamento de esgoto. Prefeito foi econômico nas palavras: “Não estamos parados”.
O Executivo quer garantias
Não estamos parados, pode ser, outra alternativa para o município. O silêncio da Corsan pode estar jogando Erechim em outros braços. O Executivo quer garantias e está certo em pensar assim, pelo histórico da companhia no município, em não cumprir cláusulas contratuais.
Empresas privadas querem o contrato
A prefeitura quer R$ 30 milhões da Corsan pelos serviços não prestados ao longo do tempo. As principais empresas privadas do país querem esse contrato de Erechim. Tem que amarrar bem, tem que ser vantajoso para o município, pois independentemente de quem executar o serviço de tratamento de água e esgoto, ganhará muito dinheiro (R$ 2,3 bilhões para contrato de 30 anos).