A morte do cãozinho Preto, que vivia na Rua Torres Gonçalves, centro de Erechim, comoveu parte da população e gerou dezenas de mensagens de despedida nas redes sociais.
O cachorrinho, sem raça definida, teria sido deixado na rua há cerca de 16 anos e acabou sendo adotado coletivamente pelos moradores da Torres Gonçalves, que o alimentavam, davam banho, vacinas e remédios necessários.
Com o passar do tempo, Preto acabou se tornando um dócil cão de guarda que, apesar de não recusar um carinho de quem quer que fosse, estava sempre alerta e zelando por seus vários tutores. Durante o dia, ele costumava passar o tempo junto a um ponto de táxis na quadra ou em frente a uma pet shop e à noite, era recolhido para dormir com segurança em uma área de garagens. Mas conforme relato de uma moradora, foi justamente na garagem que Preto acabou sendo gravemente ferido. No último 24 de março ele teria sido atropelado por um veículo que realizava manobra no local.
A condutora do veículo teria partido e o garagista buscou socorro na pet shop da área. Ele permaneceu internado e lutou até esta segunda-feira, quando acabou vencido pelas lesões.