Na edição de jornal Bom Dia de ontem (25), num dos tópicos da coluna Pente Fino, trouxe a lembrança da compra da área por parte da prefeitura de Erechim, da área da Fundação dos Funcionários da Cotrel no ano passado, dando um exemplo positivo e um negativo de sua utilização.
Conversando com o prefeito Luiz Francisco Schmidt me relembrou que na época da compra, ele falou que não teriam recursos para concluir obra inacabadas dentro dessa área: “Fomos claros, mas asseguramos o futuro ginásio municipal que pode comportar de 3,5 a 5 mil pessoas. O primeiro passo foi dado e isso me lembra que se não tivéssemos comprado o Seminário N S da Salete (1º mandato de Schmidt de 1997 a 2000) não teríamos um dia, o IFET”.
O prefeito faz uma análise de tempo: “Muitos pensam no presente, alguns conseguem vislumbrar um lapso de tempo, mesmo que pequeno, a mais. Estão sendo finalizados os projetos da SMED para a utilização da área e continuaremos a receber o aluguel que está sendo pago apenas pelo uso do refeitório”.
O problema das ciências exatas é que são exatas!
O prefeito Schmidt no início da tarde de ontem (25) também falou sobre a questão dos voos comerciais abordados na coluna: “Quanto aos aviões, por favor arrumemos os passageiros que as companhias aéreas virão se digladiar para nos servir. Por oportuno, quanto é o custo diário do subsídio pago pela Prefeitura de Chapecó para manter o aeroporto Serafim Bertaso funcionando? Eu sei e apenas com os subsídios dos últimos 10 anos conseguiriam construir três aeroportos iguais aquele. O problema das ciências exatas é que são exatas”!