Convido você leitor a acompanhar meu raciocínio ‘Pelo Retrovisor’, deste sábado, que tem por objetivo mostrar fatos e coisas de Erechim, que precisam ser revistas (sempre pela minha ótica) e ninguém precisa concordar.
Os veículos que chegam a Erechim via BR 153, em sua grande maioria, entram na cidade pela Rua Sidney Guerra. Os veículos que chegam a Erechim vindo do sul do RS, entram em sua maioria pelo trevo do Aeroporto, ou mesmo pela Caldas Júnior via Frinape.
Quem utiliza o trevo de acesso da Avenida Sete de Setembro, onde foi construído o pórtico da cidade, são os trabalhadores do Distrito Industrial, ou moradores do outro lado da BR 153 que vem para o emprego. Uma pequena parcela é de pessoas que não são de Erechim.
Esta lógica descrita dos três trevos de acesso, denota algo preocupante. Primeiro que todas as cidades que tem pórtico o fazem num local que possa ser visto principalmente por pessoas de fora, mas em Erechim ele é dentro da cidade, perdendo sua serventia real de vender uma imagem positiva.
Segundo que, um pórtico na entrada de Erechim, segrega a população que mora do outro lado da BR (mais de 20 mil pessoas) a excluindo de ser morador da ‘Capital da Amizade”. Sem dúvida é o pórtico da segregação.
Espero que um dia, algum governante se conscientize que Erechim tem 105 mil habitantes e todos são importantes para o desenvolvimento do município. Temos um pórtico apenas e várias entradas. Vamos pensar nisso, para não ficarmos vendo PELO RETROVISOR.