Cada vez que passo pela Praça Prefeito Jayme Lago (Praça dos Bombeiros), me chama a atenção, o abandono do avião localizado em frente ao Colégio Estadual Haidée Tedesco Reali. Está deslocado, parece que ninguém cuida e fica à mercê do tempo e dos marginais.
Sujo e mal cuidado
Sujo, mal cuidado, pintura descascando. Está na hora da municipalidade ter um olhar atento a esse monumento (e tantos outros também), para preservá-lo. Os gestores que preservam os monumentos, estão preservando a história de seu povo.
Esquadrilha da Fumaça
O avião trata-se de um North American T-6, utilizado muitos anos pela Esquadrilha da Fumaça e foi trazido para Erechim na década de 1970, numa doação feita pelo Ministério da Aeronáutica, vindo de Lagoa Santa em Minas Gerais. Foi uma conquista do então presidente do Lions Clube Erechim, Albano Frey (já falecido).
Adoção de momentos
Retornando ao papel do gestor, já que o monumento carece de manutenção, seria interessante rever o que fazer. E por que não, voltar com a lei de adotar um canteiro, e incluir a adoção de monumentos?
Projeto embrionário
Fiquei sabendo que a prefeitura está pensando em trocar o avião de lugar (inclusive com reforma e pintura), mas o projeto embrionário, dependerá substancialmente do que a população quer. Eu, particularmente, acho uma grande ideia, se tudo o que apurei, realmente saia dos gabinetes
Juntar o avião ao tanque
O objetivo é trazer o avião para a Praça Boleslau Skorupski na Avenida Maurício Cardoso (mantendo todas as suas caraterísticas), ao lado do tanque que será pintado em breve. Foi solicitado junto a Mariinha uma âncora gigante para também ser colocado no local. Desta forma, estaria sendo contemplado o Exército (tanque), Aeronáutica (avião), Marinha (âncora). E o monumento dos pracinhas, também seria colocado nesse local.
Cartão postal mais robusto
Com todos esses elementos no mesmo espaço, acredito que o cartão postal ficará muito mais robusto, mais atrativo, a exemplo do que acontece à noite na Praça da Bandeira, quando o chafariz está em funcionamento. O turismo, ‘indústria sem chaminé’ começa assim, com pequenas ações, que com o tempo se transformam em pontos turísticos. Afinal, Gramado e Canela não era assim há algumas décadas. Alguém começou um trabalho e outros deram continuidade. Que assim seja em Erechim também.