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Erechim

Novo Plano Diretor é definido como “desenvolvimento sustentável”

Palavras foram ditas pelo secretário de Obras de Erechim, em audiência pública que tratou de revisão textual da lei, para evitar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN)

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O próximo passo é a votação em plenário, para depois ocorrer a promulgação da lei, que deve ocorrer
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Depois de uma longa discussão (dois anos) sobre o novo Plano Diretor de Erechim, com mudanças significativas e uma queda de braço entre o Executivo e o Legislativo, mais um importante passo foi dado na manhã de ontem (7), com a realização de uma audiência pública, onde foram apresentadas à comunidade e vereadores, revisões textuais das leis que compõe todo o projeto.

Para acabar com a insegurança de investidores

A apresentação foi feita pelo secretário de Obras, Vinícius Anziliero. Falou que essa etapa e o entendimento dos dois poderes, evitou que o município ingressasse com uma ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade), o que trazia grande insegurança para os investidores.

O porquê chegou nesse ponto

A demora a mais para resolver esse impasse se deu em função de 63 emendas parlamentares, aprovadas em plenário ao texto original. Quando retornou ao Executivo o prefeito Luiz Schmidt, vetou todas. Desta forma, retornou para a Câmara de Vereadores que derrubou todos os vetos. E como o Executivo não sancionou a Lei, coube ao Legislativo fazê-la.

Como estava, emperrou ainda mais a máquina pública

A partir desse momento, os projetos dentro da prefeitura não andaram com deviam, pois tinham que passar pela Administração e pelo Jurídico, deixando a máquina pública ainda mais emperrada do que já é. O secretário define o novo plano diretor em duas palavras: “desenvolvimento sustentável”.

Votação na Câmara de Vereadores

Com a realização da audiência pública, agora os projetos irão para a Câmara de Vereadores para serem votados em plenário, para só depois, serem sancionados. A votação, após os trâmites legais, passando pelas comissões, deve acontecer na segunda sessão ordinária após o recesso, no dia 24 de fevereiro.

30 andares permanecem

O projeto inicial, com a derrubada dos vetos, normatiza o máximo de andares que podem ser construídos em Erechim. E pela nova redação, mantém até 30 andares, respeitando os recuos, áreas estabelecidas e outros regramentos.

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