Diante da repercussão negativa, em função da aprovação do aumento da contribuição dos funcionários municipais, para o regime próprio de previdência social, entrei em contato com o presidente do IEP (Instituto Erechinense de Previdência), Renato Toso, para saber o porquê dessa decisão.
Segundo ele, o projeto visa adequar o IEP com a nova reforma da previdência aprovada em Brasília: “o prazo final é 31 de julho desse ano, sob pena de desenquadrar o RPPS e trancar o CRP - Certificado de Regularidade Previdenciária -, o que faria a prefeitura deixar de receber os repasses voluntários da União e do Estado, a partir de 1º de agosto”, explica.
Salienta ainda que “entre as alterações, foi aumentada a alíquota de contribuição do servidor de 11% para 14%, e retirado o caráter obrigatório de contribuição sobre verbas temporárias (insalubridade, risco de vida, FG's, GS's, difícil acesso, etc)”.