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Para vereador, situação do estacionamento é diferente do transporte urbano

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O entendimento de vereadores que votaram contra a prorrogação da outorga do estacionamento pago é qu
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi/Arquivo

Na coluna de sábado, 15, trouxe a informação da possibilidade do segundo aumento do ano do estacionamento rotativo pago em Erechim. A empresa que detém o serviço encaminhou ao Executivo ofício solicitando reequilíbrio financeiro, em função da não aprovação por parte dos vereadores de Projeto de Lei Executivo, prorrogando prazo de pagamento de outorga.

Várias discussões e pontos de vista

Tinha certeza que o assunto renderia várias discussões, e rendeu. O vereador Rafael Ayub (MDB), um dos que votou contra, encaminhou mensagem via WhatsApp: “Me permita discordar com muito respeito a tua opinião. O projeto inicial previa o parcelamento da outorga deste ano, a ser paga no ano que vem, no caso da empresa Gaurama trata-se de R$ 1 milhão de reais por ano independente do seu faturamento e no caso da Stacione são 10% do faturamento mensal”

Maneira de diminuir o impacto

“Ao projeto inclusive fiz emenda para parcelar não apenas o valor da outorga deste ano, mas com a proposta de se juntar as outorgas faltantes e parcelar em até 10 anos, para diminuir o impacto na empresa e possibilitar a continuidade do transporte público em nosso município”, salienta Ayub.

Vereadores querem respostas

Para Ayub nunca se ouviu falar que a empresa que presta o serviço de estacionamento pago estivesse com dificuldade financeira e que vereadores já solicitaram para ampliar as áreas pagas e nunca foram atendidos: “também foi pedido que se fracione o tempo em intervalos menores, para aumentar a rotatividade, e pagar só pelo tempo que usam. Até o momento não foram feitas as adaptações”.

Realidade distintas

Alega que são duas realidades distintas, comparados a empresa Gaurama e a Estacione: “entendo como indevido o parcelamento do pagamento em 10%, pois coloca em risco o contrato e sua continuidade no futuro Se baixou o faturamento baixa também o valor a ser depositado para a prefeitura, diferente da outorga do transporte público”, argumenta Ayub.

“Cutucada’ no governo municipal

Aproveita e dá uma ‘cutucada’ no governo municipal: “Se o valor da outorga impacta no valor cobrado do contribuinte. De qualquer forma esperamos que realmente a AGER e o executivo analisem a solicitação e não aumentem o valor das tarifas neste momento, a culpa não é dos vereadores e nem dos contribuintes”.

Os votos favoráveis

Quando os vereadores votaram pela não prorrogação de pagamento da outorga da empresa do estacionamento rotativo, não foi por unanimidade. Três votaram favorável a prorrogação: Emerson Schelski (PSDB), Ale Dal Zotto (PSB) e André Jucoski (PDT).

No dia da votação, Schelski falou na Tribuna, caso não fosse aprovado poderia ter aumento da tarifa ou demissão dos funcionários: “resta agora e iremos batalhar para que o Executivo não aceite o aumento”, salienta o vereador.

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