Na primeira semana do novo governo, decreto assinado pelo prefeito Paulo Polis, institui novamente o turno único na prefeitura até 31 de dezembro, prática que adotou no último ano de seu mandato.
O plebiscito que não deu em nada
O ex-prefeito Schmidt foi muito pressionado, para manter esse expediente, fez um plebiscito, via internet, para saber a opinião da população. Após denúncias de que o sistema era vulnerável, foi suspenso para investigação da Polícia Civil, e publicamente nunca se teve uma resposta. Na minha opinião, ele não queria o turno único, que havia encerrado em 31 de dezembro de 2016, no segundo mandato de Polis.
Tempos mais curtos
O funcionalismo público, se mostrou insatisfeito com o ex-prefeito, que não quis adotar o turno único. E na grande maioria, votou para o retorno de Paulo Polis. . E com menos de uma semana, está de volta o turno único. Outros governos também adotavam essa prática, mas por tempos mais curtos, principalmente no verão, quando a procura por serviços diminui.
Sempre fui contra, e continuo com o posicionamento
Em todos os governos, meu posicionamento sempre foi contra o turno único, apesar das justificativas de economicidade, que é difícil de mensurar, em detrimento do atendimento da população
A pandemia reforça minha posição
E agora num período de pandemia, tenho mais argumentos para ser contrário: duas horas a menos em alguns setores, por questões matemáticas, terá mais acumulo de pessoas, prejudicando o distanciamento social. Esse tempo a menos deve expor mais funcionários e a própria população.