Há mais de duas semanas com as portas fechadas por conta da bandeira preta, comerciantes de Erechim e outros serviços classificados como não essenciais pelo decreto do governador, se manifestaram em frente à prefeitura de Erechim na manhã de ontem (8).
Comércio não transmite o vírus
De acordo com os organizadores, não é o comércio que transmite o vírus da covid-19 e pediram a reabertura das lojas e dos serviços de forma imediata.
As reivindicações
O protesto pedia mais leitos de UTI e clínicos, além de tratamento precoce da doença, entre outras ações. Vários cartazes, entre eles um que já está estampado nas lojas e serviços: “qualquer trabalho que provê o pão é essencial”.
Os cartazes
Mas outros também era possível ver, como: “queremos trabalhar”, “testagem em massa”, “isenções nos impostos”, “Vidas. Trabalho e Saúde”
“Povo que não tem virtude, acaba por ser escravo”
A manifestação iniciou com a execução do Hino Riograndense e nos microfones uma das organizadoras dizia: “povo que não tem virtude, acaba por ser escravo”.
O secretário geral de governo
Nesse momento, desceu as escadarias da prefeitura o secretário geral de governo, Edgar Marmentini. Foi conversar com um dos organizadores para repassar que o prefeito iria recebê-los no Salão Nobre.
As eleições corroboraram para aumento da doença
Um dos manifestantes, usou o microfone e lembrou das eleições, onde foi esquecido que o país vivia uma pandemia, que tal atitude, também corroborou pelo crescimento da doença, e citou Erechim como exemplo
A presença do prefeito na rua
O manifesto também era uma audiência pública ao ar livre. E naquele momento deliberaram que queriam a presença do prefeito na rua e não no gabinete. Alguns minutos depois, Paulo Polis e seu vice, Flávio Tirello, desceram as escadas e falaram para os manifestantes. Após suas falas, uma comitiva foi recebida no Salão Nobre