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Erechim

Fiscalização: Uma pequena parcela da população não cumpre os protocolos”

A Chefe do Serviço de Vigilância Sanitária de Erechim, Ana Paula Fagundes da Silva fala sobre o trabalho de orientação que está sendo feito

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Ana Paula Fagundes da Silva: “Procuramos fazer essa orientação e reforçar as regras para a população
Por Taiane Maiara do Carmo
Foto TV Bom Dia

Desde o início da pandemia de Covid-19, os municípios aplicaram as medidas de prevenção e protocolos sanitários para combater a doença. Com o modelo de distanciamento controlado, proposto pelo governo do Estado e a implantação das bandeiras que classifica o grau de risco de contaminação em cada município, a fiscalização precisou ser reforçada.

Denúncias e descumprimento dos decretos

Em Erechim, conforme a chefe do Serviço de Vigilância Sanitária Ana Paula Fagundes da Silva, as equipes por meio das forças tarefas e operações conjuntas atendem denúncias e possíveis descumprimentos do decreto. Afirma que de maneira geral, os estabelecimentos estão seguindo os protocolos. “O problema está em uma pequena parcela da população que não cumpre os protocolos. Embora os estabelecimentos ofereçam condições para cumprir as medidas, às vezes o próprio cliente, não tem paciência de aguardar ou manter o distanciamento”, afirma.

Orientação a comunidade

Ana considera que devido as mudanças nas bandeiras de classificação e novas medidas em curto período de tempo, parcela da população fica com dúvidas sobre as normas do decreto. “Procuramos fazer essa orientação e reforçar as regras para a população conseguir se adequar, mas posso afirmar que no município, a maioria dos estabelecimentos seguem as normas”, frisa. 

Ocorrências e a Ouvidoria Municipal

No fim de fevereiro até a metade de março, em Erechim foram aproximadamente 200 ocorrências de possíveis descumprimentos do decreto.  De acordo com Ana alguns foram interditados e outros receberam a primeira notificação. Ela ainda destaca, que o município dispõe da Ouvidoria Municipal que tem o objetivo de atender a população e receber denúncias de possíveis descumprimentos das medidas de prevenção. “O que chama atenção é que 80% destas denúncias não são fundamentadas. Isso faz as equipes se deslocarem desnecessariamente. Esse é um tempo que poderia ser utilizado para fazer outros trabalhos”, salienta. Além do serviço de Ouvidoria, existe o telefone 181 do governo do RS que é disponibilizado para fazer denúncias.

Conscientização

Em algumas situações, segundo Ana, a comunidade vê algum estabelecimento aberto e entende que ele está descumprindo às regras, o que a leva a fazer a denúncia para lugares que são considerados essenciais. “O que está faltando neste momento é a consciência de algumas pessoas em relação à situação que enfrentamos, precisamos de muita paciência e também cuidado. A situação é crítica, mas acredito que só assim com conscientização conseguiremos passar por esta situação”, finaliza.

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