Não é de hoje que diversos estudos e rankings de caráter nacional, elaborados por órgãos públicos e privados, atestam que o município de Erechim, afinal, é um bom lugar para se viver e investir.
Sim, nem tudo é perfeito. Queremos e precisamos de avanços em diversas áreas, da saúde à inovação, passando pela desburocratização da máquina estatal à qualificação profissional. Todavia, pelo seu porte - e especialmente pelo seu povo (com exceções que fazem a regra) - podemos dizer: em termos de Brasil, estamos bem situados.
É o que mostra, por exemplo, o ranking "Melhores cidades brasileiras para se fazer negócios - 2021", da Urban System, publicado pela Exame. O levantamento, ao considerar os 326 municípios do país acima de 100 mil habitantes, coloca a Capital da Amizade na posição 51 na indústria (e 5 no RS); 70 no ramo de serviços (7 no Estado); e 97 na agropecuária (6 em solo gaúcho). A diversidade de setores em que estamos bem alocados, aliás, exemplifica o perfil plural da economia bota-amarela, e assevera: por aqui, é bom de se fazer negócios em quase todas as áreas.
Olhar para frente, com foco, respeito às leis e planejamento é o caminho. Que os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, ao lado de quem empreende, compreendam isso e sigam fazendo, cada um (com os ajustes necessários) a sua parte.