No ramo da celulose desde 1983, o empresário Maximino Tormen assumiu a presidência do Conselho do Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel, Papelão, Embalagens e Artefatos de Papel, Papelão e Cortiça do Rio Grande do Sul (Sinpasul). A solenidade ocorreu na noite da última segunda-feira (1º), em Porto Alegre.
Tormen é diretor da Ouro Verde Papeis e Embalagens, empresa que desde 1992 fabrica papel higiênico em Paulo Bento. Desde o início das atividades, a empresa faz parte do Sinpasul e na atual gestão, que iniciou em julho, o empresário foi convidado pelo Presidente Walter Rudi Christmann para participar do conselho.
Este é um cargo de muita responsabilidade em razão do momento em que se vive, uma vez que a produção de celulose no Rio Grande do Sul representa hoje um item muito importante na pauta de exportação, conforme argumenta o empresário. “a celulose está, seguramente, entre os cinco itens que o RS mais exporta”.
Desafios e expectativas
Para Maximino Tormen, o principal desafio do setor são as complexidades brasileiras. “Os estrangeiros reclamam da incerteza e das complicações das leis brasileiras, como a legislação ambiental e a trabalhista, por exemplo. É muito importante ampliar a possibilidade de estrangeiros conseguirem terras nas fronteiras. Temos a possibilidade de crescer neste segmento com a instalação de mais indústrias de celulose”, explica.
Apesar dos desafios, o presidente do Conselho acrescenta que o setor vem se comportando bem a recessão econômica. “As principais empresas estão subindo na bolsa de valores e há novos projetos que devem ser desenvolvidos no Mato Grosso. É um setor que tem muito a contribuir com o crescimento do Brasil”, garante.