Ainda no período da manhã a juíza Mariana Bezerra Salamé, esteve no Presídio Estadual de Getúlio Vargas, no inicio da tarde a titular daquela comarca, informou uma comissão formada por órgãos de segurança estarão reunidos no fórum da cidade para decidir o futuro da casa prisional que foi parcialmente destruída por um incêndio, na manhã desta quarta-feira (21).
De acordo com a juíza, as causas e motivos do incêndio que deixou quatro mortos, ainda serão investigados pelas autoridades que já tem uma suspeita sobre fato, em que um detento teria dado a ordem para que outros colocassem fogo em roupas e colchões “Este foi um fato isolado, um detento do semiaberto teria ordenado a outro que colocasse fogo. Este detento queria a prisão domiciliar. Depois de dar a ordem, ele saiu para serviço externo foi quando o fato ocorreu", destacou a magistrado.
Segundo a juíza, a tragédia só não foi maior, devido ações feitas pelos próprios detentos na tentativa de salvar os colegas. “Teve um caso que um dos presos após inalar a fumaça estava engolindo a língua, ele foi salvo após dois presos com um cabo de vassoura conseguiram evitar", finalizou.
O presídio teve a rede elétrica danificada pelo incêndio e, agora, é preciso definir o que fazer com os cerca de 130 detentos, que não querem ser transferidos da cidade.