Erechim e região passaram por uma das piores estiagens dos últimos anos. Vários municípios precisaram buscar alternativas – quando possível – para levar água para o interior, onde açudes secaram. Na maioria das vezes, para consumo animal, mas em algumas situações para as pessoas.
Estiagem histórica
A estiagem prolongada fez com que a maioria dos municípios da AMAU, decretasse situação de emergência e os prejuízos financeiros alcançaram cifras estratosféricas. As temperaturas elevadas, principalmente no mês de janeiro, aumentaram consideravelmente o consumo, aliado à falta de chuvas, várias culturas tiveram perdas históricas.
Rio Cravo garantiu abastecimento
Em Erechim, que num tempo não tão longínquo, sofria com racionamentos (em pelo menos três oportunidades), a seca obrigou a Corsan a acionar de forma ininterrupta o Rio Cravo para garantir o abastecimento da população, inclusive deixando o rio em determinados momentos em níveis críticos.
1º de abril
Após vários meses abaixo do nível normal, apesar do Rio Cravo ser o ‘salvador da pátria’, a água voltou a transbordar sobre o vertedouro, voltando a normalidade após as chuvas das últimas semanas. Isso ocorreu na última sexta-feira, 1º de abril, e não é mentira, e a transposição não precisou ser acionada esta semana.